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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

DESEMBARGADOR SILVÉRIO SOARES DE SOUZA

NASCEU NA ANTIGA POVOAÇÃO DE AREIA BRANCA, MUNICÍPIO DE MOSSORÓ, EM 26 DE OUTUBRO DE 1887 E FALECEU EM RECIFE-PE E SEPULTADO NO CEMITÉRIO SÃO SEBASTIÃO EM MOSSORÓ, EM 01 DE NOVEMBRO DE 1933. FILHO DE  ANTONIO BENTO DE SOUZA (01/12/1859 - 05/04/1927) E DE MARIA SOARES DE SOUZA. FORMOU-SE EM DIREITO PELA FACULDADE DE DIREITO DE RECIFE EM 17 DE DEZEMBRO DE 1912

domingo, 2 de outubro de 2011

DESEMBARGADOR FRANCISCO SARAIVA DANTAS SOBRINHO


Francisco Saraiva Dantas Sobrinho nasceu em São Tomé (RN), em 20 de fevereiro de 1954. Foi nomeado juiz de Direito em 24 de setembro de 1980, para a Comarca de Pendências. Em seguida, assumiu as Comarcas de Apodi, Mossoró e Natal, quando esteve à frente da 9a Vara Criminal.

Em 17 de março de 2008 foi nomeado desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, substituindo a desembargadora Clotilde Madruga.

DESEMBARGADOR VIVALDO OTÁVIO PINHEIRO


Vivaldo Otávio Pinheiro nasceu em São José do Campestre (RN), em 20 de outubro de 1950. Foi nomeado Juiz de Direito em 16 de julho de 1982, para a Comarca de São João de Sabugi. EM seguida assumiu as Comarcas de Apodi, Santa Cruz e Nova Cruz.

Em 22 de março de 2007 foi nomeado desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Atualmente integra a Terceira Câmara Cível.

DR. MADSON OTTONI


Dr. Mádson Ottoni, ex-presidente da AMARN na gestão passada, nasceu no dia 22/10/1966 na cidade de Natal/RN, é casado e pai de três filhas. Terminou o curso de Direito na UFRN e já passou pelas comarcas de Apodi e Parnamirim. Atualmente está na 9ª Vara Cível de Natal.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

DESEMBARGADOR LUIZ MANOEL DERNANDES SOBRINHO,


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DESEMBARGADOR LUIZ MANOEL DERNANDES SOBRINHO, nasceu na povoação de Caraúbas, atual cidade de Caraúbas-RN, nascido em 28 de fevereiro de 1856 e faleceu em Natal no dia 21 de setembro de 1953. Era filho do comandante Luiz Manoel Fernandes (falecido emm13 de março de 1871). Magistrado, historiador. Ao lado de Vicente de Lemos e Tavares de Lira, firmou o trio precursor da historiografia potiguar.
Em seu livro Estudos Norte-Riograndenses, Manoel OnofreJúnior, diz; “Alguns dos historiadores potiguares não escreveram livros, nem preocuparam em juntar num volume a sua obra esparsa em revistas e periódicos. É o caso, por exemplo, de Luiz Fernandes e de Nonato Mota, ao primeiro, autor, entre outros ensaios, de um elogiado esboço biográfico de Felipe Camarão e de um estudo clássico sobre a imprensa do Rio Grande do Norte”.
É patrona da Biblioteca Municipal de Caraúbas, fundada em 7 de setembro de 1942, pelo prefeito Aproniano Martins de Sá

quinta-feira, 1 de julho de 2010

NEWTON PINTO


NEWTON PINTO - 1934, natural de Apodi, nascido em 4 de fevereiro de 1926 e falecido em Natal em 18 de março de 2002, filho de Lucas Pinto e de Adalgiza Pinto da Silveita.

Sob os aspicios e orientação do pai, Cel Lucas Pinto, Newton Pinto ingressou na política, tendo sido eleito deputado estaduall durante 3 legislaturas, no período de 1951 a 1963.

Formou-se em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em direito pela Faculdade de Alagoas, 8 de dezembro de 1956.

Foi o 73º Presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, prestando compromisso constitucional em 21 de março de 1975;

Por falta de estratégica política, amargou uma derrota em 7 de outubro de 1962, disputando para prefeito do Apodi com o mascador de fumo Izauro Camilo de Oliveira (5/7/1906 – 25/2/1990), que obteve 2.096 votos, contra 1.932 sufrágios de Newton Pinto, perdendo a campanha por uma diferença de 164 votos.

MANOEL DANTAS


FONTE: SITE MEMÓRIA VIVA


Manoel Dantas Ah, que maravilha seria se dessem valor às palavras dos visionários! As facilidades da chamada vida moderna - que envelhece a cada instante - chegariam mais rápido e muitos problemas poderiam ser evitados. Melhor que um visionário, só mesmo um visionário bem humorado, desses futuristas, no sentido mais casto da palavra. Nada de previsões catastróficas e profecias assustadoras, mas soluções para as dificuldades existentes e as que ainda estão por vir.

Manoel Gomes de Medeiros Dantas era assim. Para ser considerado normal deveria estar vivendo sua juventude agora e não no final do século XIX. Nascido a 26 de abril de 1867, em Caicó, interior do Rio Grande do Norte, Manoel - ou Manuel como você poderá achar em alguns textos - foi advogado, juiz, educador, jornalista, político e precursor dos estudos de folclore em seu estado.

No volume I de Patronos e Acadêmicos (referente à Academia Norte-Riograndense de Letras), Veríssimo de Melo diz que Manoel, “na juventude, foi um revoluciário. Abolicionista e propagandista da República. Defendeu com ardor suas idéias na tribuna popular, fazendo conferências e divulgando seu pensamento na imprensa”.

Algumas vezes utilizando-se das descrições de Juvenal Lamartine, “que o conheceu de perto e muito o admirava”, Veríssimo enfatiza o bom humor e a força de vontade fora do comum do caiocense. “Ainda estudante, não podendo comprar O Direito das Cousas, de Lafaiete, resolveu o problema copiando à mão, os dois volumes da grande obra”.

As breves descrições de Manoel Dantas como jornalista, jurista, educador e estudioso das tradições populares encontrados no livro de Veríssimo de Melo merecem ser lidas na íntegra: “Como jornalista, - declara Lamartine, - ‘foi a mais completa organização jornalística que o Rio Grande do Norte já possuiu’. Dirigindo A República, tudo fazia, desde o editorial ao noticiário estrangeiro, muitas vezes inventando ‘greves de padeiro em Madri’, para suprir necessidades da paginação, nas oficinas. Deixou nesse aspecto, delicioso anedotário.

“Depois de formado, no Recife, em 1891, foi promotor e logo juiz substituto seccional. Cedo, porém, procurou outros rumos, que mais se coadunavam com a sua personalidade. Exerce a advocacia com desembaraço, pois possuía cultura jurídica, gostava da tarefa e tinha a vocação de servir. Por isso, muitas vezes foi explorado pelos seus correligionários, que não lhe retribuíam os serviços profissionais.

“Foi educador avançado para a época em que viveu. Durante vários anos, dirigiu a Instrução Pública no estado, introduzindo o ensino profissional agrícola. Foi o primeiro mestre a dar lições de lavoura mecânica, acrescentando as vantagens da adubação das terras, seleção de sementes, rotação e mecanização dos trabalhos do campo.

“Pioneiro dos estudos das tradições populares no Rio Grande do Norte, foi o primeiro a recolher e valorizar, na imprensa, os contos, crenças, lendas, superstições, velhos costumes. Era conversador extraordinário de graça e repentes, contando coisas na voz do povo, imitando expressões, atitudes, gestos dos outros”.

Fato marcante na vida de Manoel Dantas foi sua conferência no Salão de Honra no Palácio do Governo, a 21 de março de 1909. Cobrando ingresso dos espectadores, falou sobre Natal daqui a cinquenta anos. Muitas das então extraordinárias previsões se realizaram.

Publicou trabalhos jurídicos, Lições de Geografia, um estudo sobre a origem dos nomes dos municípios do Rio Grande do Norte e vários ensaios, reunidos depois de sua morte sob o título Homens de Outrora.

Faleceu em Natal, a 15 de junho de 1924.

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