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quarta-feira, 7 de julho de 2010

DESEMBARGADOR LUIZ MANOEL DERNANDES SOBRINHO,


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DESEMBARGADOR LUIZ MANOEL DERNANDES SOBRINHO, nasceu na povoação de Caraúbas, atual cidade de Caraúbas-RN, nascido em 28 de fevereiro de 1856 e faleceu em Natal no dia 21 de setembro de 1953. Era filho do comandante Luiz Manoel Fernandes (falecido emm13 de março de 1871). Magistrado, historiador. Ao lado de Vicente de Lemos e Tavares de Lira, firmou o trio precursor da historiografia potiguar.
Em seu livro Estudos Norte-Riograndenses, Manoel OnofreJúnior, diz; “Alguns dos historiadores potiguares não escreveram livros, nem preocuparam em juntar num volume a sua obra esparsa em revistas e periódicos. É o caso, por exemplo, de Luiz Fernandes e de Nonato Mota, ao primeiro, autor, entre outros ensaios, de um elogiado esboço biográfico de Felipe Camarão e de um estudo clássico sobre a imprensa do Rio Grande do Norte”.
É patrona da Biblioteca Municipal de Caraúbas, fundada em 7 de setembro de 1942, pelo prefeito Aproniano Martins de Sá

quinta-feira, 1 de julho de 2010

NEWTON PINTO


NEWTON PINTO - 1934, natural de Apodi, nascido em 4 de fevereiro de 1926 e falecido em Natal em 18 de março de 2002, filho de Lucas Pinto e de Adalgiza Pinto da Silveita.

Sob os aspicios e orientação do pai, Cel Lucas Pinto, Newton Pinto ingressou na política, tendo sido eleito deputado estaduall durante 3 legislaturas, no período de 1951 a 1963.

Formou-se em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em direito pela Faculdade de Alagoas, 8 de dezembro de 1956.

Foi o 73º Presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, prestando compromisso constitucional em 21 de março de 1975;

Por falta de estratégica política, amargou uma derrota em 7 de outubro de 1962, disputando para prefeito do Apodi com o mascador de fumo Izauro Camilo de Oliveira (5/7/1906 – 25/2/1990), que obteve 2.096 votos, contra 1.932 sufrágios de Newton Pinto, perdendo a campanha por uma diferença de 164 votos.

MANOEL DANTAS


FONTE: SITE MEMÓRIA VIVA


Manoel Dantas Ah, que maravilha seria se dessem valor às palavras dos visionários! As facilidades da chamada vida moderna - que envelhece a cada instante - chegariam mais rápido e muitos problemas poderiam ser evitados. Melhor que um visionário, só mesmo um visionário bem humorado, desses futuristas, no sentido mais casto da palavra. Nada de previsões catastróficas e profecias assustadoras, mas soluções para as dificuldades existentes e as que ainda estão por vir.

Manoel Gomes de Medeiros Dantas era assim. Para ser considerado normal deveria estar vivendo sua juventude agora e não no final do século XIX. Nascido a 26 de abril de 1867, em Caicó, interior do Rio Grande do Norte, Manoel - ou Manuel como você poderá achar em alguns textos - foi advogado, juiz, educador, jornalista, político e precursor dos estudos de folclore em seu estado.

No volume I de Patronos e Acadêmicos (referente à Academia Norte-Riograndense de Letras), Veríssimo de Melo diz que Manoel, “na juventude, foi um revoluciário. Abolicionista e propagandista da República. Defendeu com ardor suas idéias na tribuna popular, fazendo conferências e divulgando seu pensamento na imprensa”.

Algumas vezes utilizando-se das descrições de Juvenal Lamartine, “que o conheceu de perto e muito o admirava”, Veríssimo enfatiza o bom humor e a força de vontade fora do comum do caiocense. “Ainda estudante, não podendo comprar O Direito das Cousas, de Lafaiete, resolveu o problema copiando à mão, os dois volumes da grande obra”.

As breves descrições de Manoel Dantas como jornalista, jurista, educador e estudioso das tradições populares encontrados no livro de Veríssimo de Melo merecem ser lidas na íntegra: “Como jornalista, - declara Lamartine, - ‘foi a mais completa organização jornalística que o Rio Grande do Norte já possuiu’. Dirigindo A República, tudo fazia, desde o editorial ao noticiário estrangeiro, muitas vezes inventando ‘greves de padeiro em Madri’, para suprir necessidades da paginação, nas oficinas. Deixou nesse aspecto, delicioso anedotário.

“Depois de formado, no Recife, em 1891, foi promotor e logo juiz substituto seccional. Cedo, porém, procurou outros rumos, que mais se coadunavam com a sua personalidade. Exerce a advocacia com desembaraço, pois possuía cultura jurídica, gostava da tarefa e tinha a vocação de servir. Por isso, muitas vezes foi explorado pelos seus correligionários, que não lhe retribuíam os serviços profissionais.

“Foi educador avançado para a época em que viveu. Durante vários anos, dirigiu a Instrução Pública no estado, introduzindo o ensino profissional agrícola. Foi o primeiro mestre a dar lições de lavoura mecânica, acrescentando as vantagens da adubação das terras, seleção de sementes, rotação e mecanização dos trabalhos do campo.

“Pioneiro dos estudos das tradições populares no Rio Grande do Norte, foi o primeiro a recolher e valorizar, na imprensa, os contos, crenças, lendas, superstições, velhos costumes. Era conversador extraordinário de graça e repentes, contando coisas na voz do povo, imitando expressões, atitudes, gestos dos outros”.

Fato marcante na vida de Manoel Dantas foi sua conferência no Salão de Honra no Palácio do Governo, a 21 de março de 1909. Cobrando ingresso dos espectadores, falou sobre Natal daqui a cinquenta anos. Muitas das então extraordinárias previsões se realizaram.

Publicou trabalhos jurídicos, Lições de Geografia, um estudo sobre a origem dos nomes dos municípios do Rio Grande do Norte e vários ensaios, reunidos depois de sua morte sob o título Homens de Outrora.

Faleceu em Natal, a 15 de junho de 1924.

CLAUDIONOR TELÓGIO DE ANDRADE


CLAUDIONOR TELÓGIO DE ANDRADE, nasceu em 21 de agosto de 1909, em São José de Mipibú – RN e faleceu em Natal-RN, na Casa de Saúde São Lucas, aos 09 de novembro de 1980.

Filho de Manoel Cassimiro de Andrade e de Abigail Rodrigues de Andrade, casou-se com Maria Wancy Aquino de Andrade, natural de Pau dos Ferros-RN, de cuja união nasceram 11 (onze) filhos. Descendem do casal ainda 30 netos e 36 bisnetos.

Teve como atividade principal a militância da advocacia exercendo, também, diversas funções públicas.

Inicou os seus estudos superiores na Faculdade de Direito da Universidade de Pernambuco, transferindo-se, depois, para a Faculdade de Direito da Universidade do Ceará, concluindo, em 1933, o Curso Jurídico.

A sua vida pública teve início como Promotor de Justiça da Comarca de Pau dos Ferros, ainda estudante de Direito, no período de 1930 a 1932, tendo sido transferido para a Comarca de Caraúbas, nela permanecendo até princípios de 1933. Retornando a Pau dos Ferros, dedicou-se ao exercício da advocacia até fins do ano de 1935. Em 1936, início do ano, foi contratado advogado da Prefeitura de Natal e, em abril do mesmo ano, nomeado promotor de Justiça da Comarca de Assú. Ainda em 1936, foi nomeado Juiz Municipal do têrmo Judiciário de Pedro Velho, cargo que exerceu até dezembro de 1937, quando foi transferido para o têrmo judiciário de Augusto Severo, em janeiro de 1938. Durante o ano de 1938 esteve no exercício do cargo de Juiz de Direito da Comarca de Caraúbas, na qualidade de substituto legal do titular vitalício.

No ano de 1939 foi nomeado Promotor Público efetivo da Comarca de Acarí, permanecendo no referido cargo até outubro de 1940, quando requereu exoneração, transferindo, definitivamente, a sua residencia para Natal, instalando, no mesmo ano, um escritório de advocacia, em cuja atividade ainda se encontrava em toda a sua plenitude quando veio a falecer em 09 de novembro de 1980.

No ano de 1942 foi nomeado Professor de Geografia Geral do Colégio Estadual do Rio Grande do Norte, atividade que exerceu, concomitantemente, com a nobre profissão de advogado. No ano de 1945, quando o Brasil ensaiava os primeiros passos para a sua reconstitucionalização, ingressou na política e, em 1946, exerceu o cargo de Secretário Geral do Estado, no Governo de José Augusto Varela, tendo requerido exoneração para concorrer a uma cadeira de Deputado Estadual.

Em 1947 foi nomeado pelo Presidente da República para integrar o Conselho Administrativo do Estado. No mesmo ano, pelo então Interventor General Orestes da Rocha Lima, foi nomeado 2. Procurador Fiscal e Advogado da Fazenda Estadual, cargo que foi titular efetivo.

Eleito Deputado Estadual esteve no exercício do mandato eletivo, somente se afastando em 1950 para exercer o cargo de Prefeito de Natal.

Foi Chefe de Polícia do RN, cargo depois transformado em Secretaria de Estado da Segurança Pública, da qual foi o seu primeiro titular, no Governo Dinarte Mariz.

Exerceu , ainda, o cargo de Secretário do Interior e Justiça, no mesmo Governo.( 1957 a 1960)

Exerceu o honroso cargo de Presidente da OAB-RN durante duas décadas , tendo participado de inúmeros Congressos Jurídicos e Conferencias Nacionais chefiando delegações e tendo atuante desempenho nos debates.

Foi Membro e Presidente do Instituto dos Advogados , Presidente da Academia Potiguar de Letras, Presidente do Partido Social Trabalhista (PST), Membro da Associação Norteriograndense de Imprensa, Professor de Direito Judiciário Civil da Faculdade de Direito da Universidade Federal do RN, Membro do Conselho Técnico-Administrativo da UFRN.

Recebeu da Universidade Federal do Rio Grande do Norte o título de Professor Emérito proposto pelo Magnifico Reitor Diógenes da Cunha Lima e aprovado pelo Conselho Universitário por ter sido um dos fundadores da Faculdade de Direito da UFRN e ter prestado relevantes serviços à Universidade.

Advogado conceituado, era conhecido pela sua oratória que muito o ajudou no exercício da profissão que escolheu e exerceu com dignidade.

Cargos e funções públicas exercidos:

> Presidente da Ordem dos Advogados Secção do RN

> Presidente do Instituto dos Advogados do RN

> Prefeito da cidade de Natal tendo tomado posse em 25 de fevereiro de 1950

> Secretário Geral do Estado na administração do Governador José Augusto Varela

> Promotor Público

> Presidente do Partido Social Trabalhista –PST

> Presidente da Academia Potiguar de Letras

> Secretário de Segurança Pública na administração do Governador Dinarte de Medeiros Mariz

> Deputado Estadual Constituinte
FONTE: SITE DO INSTITUTO CLAUDIONOR TELÓGIO DE ANDRADE

SEBASTIÃO FERNANDES DE OLIVEIRA

Nascido em 11/03/1880, filho de Manuel Fernandes de Oliveira e Francisca Fagundes de Oliveira, o jurista Sebastião Fernandes de Oliveira foi o primeiro diretor da Escola de Aprendizes Artífices de Natal, tendo sido nomeado, aos 32 anos, no dia 04 de novembro de 1909.

Sebastião Fernandes cursou humanidades no tradicional Ateneu Norte-rio-grandense. Aos 17 anos, ingressou na Faculdade de Direito do Recife, de onde saiu bacharel aos 22 anos de idade. Formado, iniciou sua vida profissional como promotor público da Comarca de Mossoró, ponto de partida para toda uma existência dedicada à magistratura, ao jornalismo, às letras e à educação.

Participou de dois momentos ímpares na história da Escola de Aprendizes Artífices: sua instalação, a 03 de janeiro de 1910, no prédio do antigo Hospital da Caridade, atual Casa do Estudante de Natal, e sua transferência para o prédio da Avenida Barão do Rio Branco, em 1914.

Ocupou vários cargos públicos após sua saída da direção da EAA, em maio de 1915: Procurador Geral do Estado, Juiz Distrital, Juiz de Direito, Chefe de Polícia, Secretário Geral do Estado, Desembargador, membro do Supremo Tribunal de Justiça e Presidente da então Corte de Apelação do Estado. Exerceu o magistério no Colégio Diocesano de Mossoró e 7 de setembro, na mesma cidade.

Pertenceu a várias associações lítero-culturais dentro e fora do Estado, colaborando em todos os jornais políticos e literários de sua época: “A República”, “O Diário de Natal”, “A Gazeta do Comércio”, “O Jornal da Manhã” entre outros.

Como poeta publicou “Alma Deserta” livro em versos, e como jurista, “Estudos e Aplicações de Sociologia Criminal”. Como teatrólogo, escreveu o drama histórico nacional “Padre Miguelinho”, que lhe deu ingresso, como sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte. Escreveu também “Entre o destino e a morte”, episódio dramático e “Sarah”, alta comédia. Em homenagem à sua atuação como humanista, foi escolhido patrono da Biblioteca da Unidade Sede do CEFET-RN.

Faleceu na tarde de 21 de maio de 1941, aos 61 anos de idade.

FONTE - SITE DO IFRN

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